Frete Grátis acima de R$400,00 - Exceto para regiões Norte e Nordeste e Impressoras 3D

Chegou a hora de entender a relação do movimento maker com a impressão 3D. Confira o post e descubra como participar dessa transformação!


Acredite ou não, o movimento maker e impressão 3D são dois conceitos que estão completamente conectados. Muitas pessoas, inclusive, já ouviram falar sobre essa conexão e, até mesmo, já fazem parte dela sem se dar conta.

Para entender melhor, é preciso explorar o que é a cultura maker e como ela pode atuar no universo tridimensional. Basicamente, a ideia é a de que qualquer indivíduo tem o poder de criar diversos objetos. 

A ideia é uma extensão da popular febre conhecida como “Do It Yourself” (DIY), que ficou famosa entre os brasileiros e pode ser facilmente encontrada em plataformas digitais, como o Pinterest. 

Mas, no âmbito profissional, como será que esses conceitos se encontram e podem ser aproveitados pelos profissionais? Neste post, te explicamos tudo sobre a tendência. Acompanhe e fique atualizado!

O movimento maker de A a Z

Antes de tudo, vamos nos aprofundar no movimento maker.

Criado em 2005 e incentivado a partir do lançamento da revista estadunidense “MAKE”, o conceito diz respeito a uma cultura responsável por valorizar a capacidade de cada indivíduo em desenvolver os itens que são consumidos em seu dia a dia. 

Por essa razão, o foco é promover a aprendizagem informalmente.

Em outras palavras, o compartilhamento de informações, de forma pública, permite que toda a comunidade tenha fácil acesso e, em paralelo, consiga aproveitar e se divertir no momento em que realiza as suas criações. 

Nesse processo, são utilizadas diversas tecnologias. Entre elas, destacamos as seguintes: 

  • costura; 
  • marcenaria eletrônica; 
  • a impressão 3D;
  • qualquer outra técnica capaz de facilitar o trabalho do profissional.

Os pré-requisitos para ser um maker

A verdade é que qualquer pessoa pode fazer parte do movimento maker. Contudo, será preciso cumprir alguns pré-requisitos.

Quais são eles? Ser curioso, ter vontade de aprender e uma paixão especial por tecnologia e pelo desenvolvimento de objetos. 

Para quem deseja aprender mais, ainda existem diversos eventos (físicos e on-line) que atraem pessoas do mundo inteiro e são excelentes para compartilhar informações. 

Já no mercado, não faltam empresas que estão investindo nesse nicho. Muitas, até mesmo, incentivam os seus colaboradores a desenvolverem seus protótipos. Certamente, essa é uma solução econômica e valiosa para reduzir custos e otimizar projetos. 

Movimento maker e impressão 3D

Um fato interessante é que a tecnologia tridimensional é uma técnica essencial na cultura maker. Com ela, os usuários conseguem materializar os seus projetos com total agilidade e de modo prático especialmente, quando a comparamos com os modelos clássicos de produção. 

Todo esse processo pode ser realizado em um makerspace, ou hackerspace, como são chamados os espaços equipados com máquinas prontas para que a filosofia maker seja aplicada.

Normalmente, esses ambientes são compartilhados e contam com uma série de ferramentas: cortadoras a laser, furadeiras, máquinas de costura e, claro, as impressoras 3D estão nessa lista. 

Ao utilizar um equipamento tridimensional, o maker terá facilidade para criar diversos objetos e experimentar muitas funcionalidades. Assim, o movimento maker e impressão 3D caminham lado a lado, permitindo que essa dupla venha sendo reconhecida em diversas linhas de produção. 

A previsão é que, no futuro, essa cultura esteja ainda mais consolidada e ajude boa parte da sociedade a se conscientizar sobre a necessidade de “colocar a mão na massa” e desenvolver as suas próprias soluções. 

E se você também deseja fazer parte do movimento maker e impressão 3D, comece agora mesmo a dividir informações, aprender e criar.

Compartilhe este post em suas redes sociais e permita que os seus contatos se aprofundem no assunto. Até mais!

Deixe uma resposta